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William Gomes

O ginásio de Esportes de Nova Andradina se transformou no palco de belíssimas apresentações de dança. Aconteceu nesta quinta-feira (13/12), o encerramento das atividades da Fundação Nova andradinense de Cultura (FUNAC) em 2018.

As encenações reuniram todos os alunos que fazem parte das oficinas das oficinas de ballet clássico, dança do ventre, jazz e street dance desenvolvidas no município, sob a coordenação da Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esporte.

Entre amigos e familiares, os pais eram presença forte no ginásio na noite de muito calor. O secretário Fábio Zanata, a diretora presidente da Funac, Ana Lúcia Vasconcellos e toda equipe de profissionais da fundação marcaram presença.

Representando o governo municipal, o professor Zanata agradeceu o apoio do prefeito Gilberto Garcia em todas as ações ligadas à educação, a cultura e as manifestações artísticas. “O encerramento de hoje vem glorificar, fechar com chave de ouro, tudo que essas oficinas vêm fazendo para nossas crianças e jovens”, comemorou.

Para Ana Vasconcellos, a Funac encerra mais um ano letivo com muita alegria e gratidão aos pais dos alunos, que confiam seus filhos neste projeto cultural, e também ao prefeito Gilberto Garcia, que tem dado apoio a todas as atividades realizadas. ““Estar no palco, para elas, é a realização de um sonho. A dança nos faz sentir vivos. Quando dançamos podemos mostrar o que está dentro de nós… mostramos a nossa história! Toda a história deste ano está presente nas apresentações preparadas com todo carinho para vocês”, avalia a presidente da Funac.

O espetáculo começou com as apresentações das bailarinas, sob o comando da professora Ana Paula. Foram 8 coreografias que mostraram todo o encantamento, elegância e dedicação das meninas, do nível iniciante ao mais avançado.

Em seguida, entraram em cena as alunas da professora Elizia Fernanda, com ritmos de dança mais acelerados e passos cadenciados característicos do jazz e street dance. O público aplaudiu todas as 14 coreografias, dinâmicas e cativantes, fruto das aulas trabalhadas intensamente nas oficinas.

O autônomo, Eliseu Lopes, de 47 anos, fez questão de ir aplaudir a filha, Talita Reina Lopes, que participou de 3 coreografias de street dance. “É um grande incentivo para todo o grupo. Elas ficam horas e horas ensaiando, repetindo os movimentos para aprimorar a dança. O resultado me surpreendeu. Me sinto lisonjeado em saber que a minha filha faz parte de um projeto tão bonito, que eleva a autoestima e a confiança delas, que exercita corpo e mente”, destacou.